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24/03/2017

“Economizo tempo, combustível e não engordo”

Pedalar não é só uma prática de atividade física ou de lazer, no final de semana. Pode ser também um meio radical para se chegar ao trabalho. Sim, porque tem calor, trânsito e a pessoa precisa ter disposição. Quem já adotou a bicicleta e está habituado com essas duas rodas é o engenheiro Marcelo Bulhões. Todos os dias, ele coloca a mochila nas costas e percorre cerca de 13 quilômetros de Olinda, até o trabalho, na Ilha do Leite, no Recife. Faz esse percurso em cerca de meia hora. Antes, de carro, levava uma hora ou até mais tempo, dependendo do trânsito do dia.

“É menos tempo que levo no trânsito, economizo com combustível e é uma maneira de não engordar”, defende Marcelo. Além da mobilidade e saúde, ele acrescenta ainda a contribuição ambiental, com menos poluição que é gerada pelos veículos. Mas ele lamenta a falta de ciclofaixa para oferecer mais segurança. Por isso, lembra que é importante o ciclista estar bem sinalizado para ser visto e usar equipamentos de proteção.

Ao chegar à torre Alfred Nobel, onde atua na Gerência de Habitação da Caixa Econômica (Gihab), deixa a magrela no bicicletário, toma banho e se arruma no vestiário, antes de pegar o batente.

Marcelo já está acostumado a pedalar. Trouxe esse hábito ao Brasil quando morou na Finlândia, onde fazia uma pós-graduação. Além de ir ao trabalho todos os dias de bicicleta, Marcelo ainda se junta nos finais de semana ao grupo Pedala Olinda, formado por amigos e famílias inteiras. Entre os destinos, já foram a Gravatá e até mesmo João Pessoa (PB). Disposição, não é mesmo?

Bicicletários

Para atender aos funcionários dos escritórios condôminos e também aos visitantes do complexo Rio Ave Corporate Center, existem bicicletários de uso gratuito ao público. As torres Thomas Edison e Graham Bell contam com um bicicletário em comum, oferecendo nove espaços gratuitos. O Isaac Newton e Alfred Nobel também compartilham um em comum, com 14 espaços gratuitos e instalados no primeiro pavimento da torre Isaac Newton. Já na torre Albert Einstein, são mais sete vagas.